segunda-feira, 20 de abril de 2009

Álbuns finalmente serão relançados

Após 22 anos de espera, no dia 9 de setembro - 09.09.09, para ser mais preciso -, todos os álbuns de estúdio do Beatles serão relançados em cópia remasterizada. Mesmo dia, aliás, em que chega ao mercado o game The Beatles: Rock Band.
De acordo com o site da Rolling Stone EUA, os discos vão manter arte e tracklisting à imagem e semelhança das versões originais, liberadas nos anos 1960 na Inglaterra. Haverá, ainda, um adicional: booklet com fotos raras e bilhetes digitalizados a partir de manuscritos dos músicos.
Cada um dos 12 álbuns do Beatles virá com curto documentário - nele, comentários sobre o processo de gravação. A dobradinha entre música e audiovisual, no entanto, terá tempo limitado.
Além dos discos feitos em estúdio, o relançamento coletivo contará com Magical Mystery Tour e os dois volumes de Past Masters (comprensados em um só álbum). Basta? Ainda não: a mega operação inclui, ainda, o lançamento da coleção The Beatles in Mono, com 10 discos feitos para lançamento em mono - o remix original das faixas será mantido.
Uma equipe de engenheiros da Abbey Road - a gravadora de Paul McCartney, Ringo Starr, John Lennon e George Harrison, os dois últimos já mortos - passou quatro anos alinhando nova tecnologia e equipamentos da época para remasterizar as faixas.

Hackers atacam site de Paul McCartney

RIO - O site do eterno Beatle Paul McCartney teve que ser retirado do ar por causa de uma infecção de malware causada por hackers, informa o site britânico The Register. O ataque foi feito durante a apresentação conjunta de Macca com Ringo Starr, durante um concerto para uma fundação beneficiente de David Lynch, em Nova York, no último sábado.
Os hackers aproveitaram o interesse causado pela primeira apresentação conjunta dos ex-Beatles em sete anos para incluir no site de McCartney o vírus LuckySploit.
O LuckySploit foi detectado por empresas de segurança e o site PaulMcCartney.com já não está mais infectado. O malware utiliza falhas em navegadores web para instalar cavalos-de-troia nos PCs dos internautas que visitam o site. Esses programas podem roubar dados bancários, entre outras informações do usuário.

domingo, 19 de abril de 2009

Universidade de Manchester lança curso sobre Beatles em setembro

Os Beatles, a Música e a Sociedade. Esse é o novo curso que a Universidade de Manchester, na Inglaterra, oferecerá a partir de setembro.

"Foram escritos mais de oito mil livros sobre os Beatles, mas não houve até agora um estudo acadêmico sério", contou Mike Brocken, chefe do departamento de música popular da universidade, ao jornal The Daily Telegraph.

Ele ainda contou que o quarteto não influenciou apenas música. "Os Beatles tiveram um enorme influência sobre a sociedade, mas também através da moda".

A Universidade de Manchester espera que pessoas que conheceram os Beatles contribuam com o bom andamento do curso de um ano de duração como convidados.

...E nossos filhos cantam as mesmas Canções




Eu de costume em curitiba, sempre passo na livraria 'Livrarias Curitiba', e lá minha irmã viu um livro chamado "...E nossos filhos cantam as mesmas Canções", de Malcolm Montgomery, nesse livro fala sobre 14 músicas, entre elas: Here Comes The Sun, Hey Jude, Strawberry Fields Forever, Help!, Something, Lady Madonna e Lucy in The Sky With Diamonds.
O livro comenta sobre fatos do dia-a-dia, como Drogas, a escolha do curso da universidade, identidade sexual, a descoberta da sexualidade, paixões, gravidez na adolescência, entre outros temas comuns. Cada tema, há um comentário sobre a relação entre ele e o trecho da música citada.

Alemanha

Em 24 de junho, na Alemanha, eles fizeram um concerto, no Circus-Krone-Bau, em Munique, aberto pela dupla Peter & Gordon. O show foi filmado pela TV alemã ZDF. Na manhã seguinte, os Beatles seguiram a bordo do "Trem Real" (usado antes somente pela Rainha da Inglaterra) para a cidade de Elsen, onde fizeram dois concertos. Em 26 de junho, eles chegaram a Hamburgo, cidade em que eles se aperfeiçoaram como profissionais, no início da década, e desde então não haviam mais voltado. Além dos dois concertos no Ernst Merck Halle, esta foi uma estada sentimental. Após os shows, eles voltaram ao bairro boêmio de Reeperbahn, e reencontraram antigos amigos como Bert Kaempfert, o produtor de seu primeiro disco, quando eles eram apenas uma banda de apoio para o cantor Tony Sheridan. Ainda em Hamburgo, John visitou a amiga fotografa Astrid Kircherr, que lhe entregou várias cartas do ex-noivo Stuart Sutcliffe (9), amigo de John e integrante dos Beatles, falecido em 1962.

Coletiva no aeroporto

Para as inusitadas perguntas da imprensa americana, os Beatles tinham pitorescas respostas:

P: O que vocês acham do movimento de Elvis para acabar com os Beatles?
R: Temos um movimento para acabar com Elvis

P: Vocês vão cantar para nós?
R: Precisamos de dinheiro primeiro

P: Como vocês explicam o seu sucesso?
R: Se soubéssemos, formariamos outro grupo e seríamos os empresarios

P: Vocês têm alguma mensagem para os fãs americanos?
R: Sim, comprem mais discos dos Beatles.

Somos mais populares que Jesus Cristo

De volta a Inglaterra, um país eufórico pela conquista da Copa do Mundo de Futebol de 1966, os Beatles voltavam a receber as boas novas como os três troféus Ivor Novello (premiação máxima da musica inglesa) para "We Can Work It Out" e "Help!" como o primeiro e o segundo compacto mais vendido na Inglaterra em 1965, e por "Yesterday" a canção mais executada do ano. As canções de Lennon e McCartney, em 1966, continuavam a receber interpretações de diversos artistas como Connie Francis, Johnny Mathis, Bob Goldsboro, Cliff Richard, David McCallum, as duplas Jan and Dean e Peter and Gordon entre outros. Mas da América as noticias eram preocupantes. A revista "Datebook" divulgou a entrevista que John Lennon concedeu a Maureen Cleave, destacando, fora do contexto a frase "Somos mais populares que Jesus". A matéria provocou uma imediata reação de fundamentalistas cristãos. Um radialista, na cidade de Birmingham, (que fazia parte de uma região conhecida como o cinturão da Bíblia) no estado do Alabama, organizou um boicote a execução das músicas do Beatles, e um ato onde os discos do grupo foram queimados em uma grande fogueira. Logo trinta estações de rádio americanas se recusaram a tocar musicas dos Beatles. Na África do Sul (10), onde os Beatles haviam recentemente recusado uma oferta para um concerto, baniu as músicas do grupo de suas estações de rádio por cinco anos. Mesmo na Europa, onde as conseqüências foram bem menores, os Beatles foram criticados pelo governo fascista do General Francisco Franco, na Espanha e o Papa Paulo VI, declarou via o jornal do Vaticano "L'osservatore Romano": "Alguns assuntos não devem ser tratados de forma profana, mesmo no mundo dos beatniks"

Brain Epstein, apesar de estar saindo de uma febre muito alta, embarcou para os Estados Unidos, a fim de tentar contornar os problemas criados pela declaração de John. O grupo estava recebendo ameaças de morte, a Klu Klux Klam condenou os Beatles por blasfêmia e ameaçou fazer atos terroristas nos concertos da banda, em sua excursão americana que começaria no dia doze de agosto. Mal Evans, o roadie dos Beatles, achou que não iria sobreviver naquela turnê.